Arquivo da categoria: Coaching Executivo

Liderança se prova na ausência

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O maior ato de liderança é o que acontece na sua ausência. Se tudo o que você fizer morrer contigo, então você é um fracasso. A verdadeira liderança é medida pelo que acontece depois de sua morte.

É por isso que verdadeiros líderes não investem em templos. Temos como exemplo, Jesus, o maior de todos os líderes, que nunca construiu um templo. Eles, os verdadeiros líderes, investem em pessoas.

Por que? Porque SUCESSO, sem um SUCESSOR é fracasso. Então o seu legado, não deveria estar em templos, programas ou projetos. O seu legado deve ser em pessoas.

O maior ato de um líder é ser um mentor. Quem você está mentoriando para assumir o seu lugar? Verdadeiros líderes se fazem desnecessários, ou seja, os verdadeiros líderes se constroem sem esforço, isto é, de forma natural. Então, grandes líderes medem sua grandeza pela ausência.

Jesus disse antes de partir deste mundo:  “É melhor para vocês que eu vá”, ou em outras palavras: “Se eu não for embora, vocês não serão melhores. Minha ausência é a sua grandeza”. Jesus provou sua grandeza indo embora e Sua organização cresceu em Sua ausência.

E se você morresse hoje, como líder, o que iria acontecer com a sua organização, com o seu negócio?  Se tudo morrer quando você morrer você, então você é um fracasso. Identifique os seus sucessores e mentorie-os, treine-os, para assumir um dia o seu lugar.

Jesus Cristo disse a Pedro. Você me ama? Pedro respondeu: Sim Senhor. Então, Jesus completou: A empresa é sua. Alimente as pessoas. E ele partiu. O que acontece em sua ausência esse é o seu legado.

* Mensagem deixada por Myles Munroe, antes de morrer em um acidente aéreo, em Novembro de 2014. 

Pense nisso!

ARIEL NOBRE – MASTER COACH

Liderança Global para um mundo globalizado

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O mundo nos dias de hoje tem criado novas exigências, relacionadas às lideranças administrativas que necessitam de líderes que sejam efetivos em dimensões simultâneas de tempo, distância e cultura. Por causa dessa exigência em três dimensões, os líderes enfrentam um nível de complexidade global que não se representa nos modelos tradicionais de desenvolvimento de liderança.

O sucesso da liderança atual passa pela transformação de percepção, superando as barreiras e enxergando as oportunidades dessas dificuldades e a diferença como potencial. Exatamente por isso, é uma jornada que exige uma preparação pessoal altamente especialzada eum programa de desenvolvimento profissional. O Coaching pode então ser de grande valor para o preparo de indivíduos prontas para enfrentar os desafios hodiernos.

A Liderança global precisa de novos líderes que desenvolvam o exercício de liderança eficaz em todas as distâncias, países e culturas. Com isso, o líder global tem muitos desafios, entre os quais estão incluídos:

  • Ganhar aceitação e credibilidade em cenários culturais diversos;
  • Motivar empregados com históricos diferenciados;
  • Manter a efetividade da comunicação através das fronteiras, fuso horário, idiomas e culturas;
  • Autogerenciamento de prevenção ou minimização da insegurança, da propensão ao desamparo e da dependência oriunda da complexidade e extensão das tarefas globais;
  • Proteger-se do choque cultural, na permanência de períodos longos em locais desconhecidos
  • Administrar a tomada de decisão participativa.

O líder global competente é uma pessoa que primeiramente precisa ter uma perspectiva externa de si mesmo e de sua cultura, que valida a perspectiva étnica e transcultural.

Pense nisso e contrate um Coach, se isso fizer sentido para você! !

ARIEL NOBRE – Master Coach.

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Coach – um agente de mudanças

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A experiência de ser um Coach é extraordinária. É mais do que uma profissão, é mais que técnicas e mais que ferramentas. É encontrar-se com a missão de vida. Ser Coach é ser um agente de mudanças. É viver o propósito de seu ministério. Quando eu fui levado pelas circunstâncias da vida, a encontrar-me com o Coaching, no ano de 2012, eu não imaginava o quanto minha vida iria ser transformada.

Não quero dizer com isso, que minha história até os 40 anos de vida, não tenha valido a pena. Na verdade, sim, valeu muito a pena. Mas a partir da vivência com o processo de Coaching, algumas coisas começaram a fazer sentido em minha vida.

A história ganhou mais significado e cores. O passado com toda a sua bagagem, contendo historias boas e ruins, faz parte de mim. A diferença é que agora, ao invés do passado me puxar para trás, aprendi a usar a historia a meu favor e agora me impulsiona para o futuro. Com o Coaching, aprendi que devo respeitar a minha historia e a de todos que cruzam o meu caminho.

Aprendi também que o futuro é de minha responsabilidade. Creio que o princípio da colheita, que diz que tudo o que o homem plantar ele ceifará, tem muito a ver com essa responsabilidade do futuro. Não tenho que ficar focando minha vida no passado, mas no futuro. Mas isso somente irá acontecer se também eu aprender a viver no presente momento. Se eu compreender que preciso semear coisas boas.

Não posso jogar fora o dia de hoje, pois ele é na verdade o único tempo real que me compete viver com intensidade. O presente bem vivido me lança para um futuro de sucesso. Mas se eu desperdiçar o ‘time’, eu jogo fora as oportunidades que se me apresentam.

Eu vivi intensamente isso, recentemente, em um processo de upgrade no Coaching. Ao fazer a formação de Master Coach, em São Paulo, juntamente com mais 56 Masters Coaches, tentei aproveitar ao máximo o tempo presente e pude oferecer naqueles dias o melhor que eu poderia oferecer. Vi que estou sendo aperfeiçoado, e pude contribuir um pouco com cada colega. Foram dias maravilhosos!

Saio com o entendimento de que somos provocadores de mudanças, e nosso papel é levar cada coachee a compreender a sua responsabilidade com o futuro!! Que tremenda a nossa missão!

Um abraço e um beijo a todos os novos Masters Coaches formados em nossa turma.

 

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Teoria esposada e teoria em uso

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Olá, querido leitor.

Hoje gostaria de refletir do por quê em muitas ocasiões nós agimos diferente do que prometemos, ou pensamos fazer. Muitas vezes, há o julgamento de que, ao ter essa atitude diferente do pensamento, uma pessoa pode ser considerada como cínica, ou como muitos preferem dizer “duas caras”, ou seja, hipócrita.

No entanto, há a possibilidade ainda de que na verdade não temos consciência de que lá no íntimo, talvez não acreditemos verdadeiramente nos valores que as vezes pregamos.

É o que Peter Senge, em sua obra, “A Quinta Disciplina – A arte e a prática da organização que aprende” , explica ao declarar que a diferença entre o ponto de vista (teoria esposada)  e o modelo mental mais profundo (teoria em uso) surge frequentemente no ponto de vista, e não na hipocrisia.

Por exemplo,  eu posso declarar um ponto de vista (teoria desposada) de que as pessoas são basicamente confiáveis. Mas jamais empresto dinheiro aos amigos e guardo com bastante cuidado os meus bens (teoria em uso). Isso evidencia que minha teoria-em-uso difere de minha teoria esposada.

Embora a defasagem entre a teoria esposada de confiar nas pessoas e o modelo mental de se esquivar de emprestar dinheiro, possam causar desânimo e cinismo, na verdade talvez meu ponto de vista inclua realmente a diposição de “confiar nas pessoas”. A grande questão é que o problema não está na defasagem em si, mas no fato de não dizermos a verdade a respeito da defasagem.

Aprender está relacionado à ação e para preencher a lacuna entre o que dizemos e fazemos é preciso definir a reflexão como instrumento para nos tornarmos mais conscientes. Enquanto não reconhecermos a defasagem entre minha teoria esposada e meu comportamento, não ocorrerá aprendizagem.

Aqui cabem duas perguntas essenciais para essa conscientização: Será que realmente eu valorizo a teoria esposada (será realmente que valorizo o fato das pessoas serem confiáveis)? Ela é uma parte importante da minha visão de futuro?

Se não houver o comprometimento com a teoria esposada,  haverá uma tensão entre a realidade e uma visão que eu promovo talvez por causa de como ela me faz ver as outras pessoas), ao invés de criar a tensão entre a realidade e a minha visão de futuro.

Pense a respeito, e bom final de semana.

ARIEL NOBRE COACH

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