Hora de quebrar as ‘correntes’ que nos prendem

correnteTodos nós temos algumas crenças em nossa vida, que trazemos conosco desde nossa infância. Elas são fundamentais para alcançarmos as nossas metas e realizarmos nossos sonhos, mas também podem ser exatamente o que nos impedem de ir além de onde já chegamos.

E quando falo em crenças, não me refiro ao que abraçamos como fé pessoal, ou religião da qual acreditamos e fazemos parte, mas sim a opiniões, convicções e sentimentos que nós temos de nós mesmos e até sobre a vida. Uma crença é diferente de um fato. Ela não pode ser medida.

É como aqueles ditados que ouvimos desde pequenos e que vão formando nossas convicções sobre a vida. São leis, ensinamentos que nos acompanham. É como se fossem pequenas correntes que por si só não tem poder nenhum para nos impedir o êxito, mas como estamos condicionados por essas ´correntes´, não conhecemos a força que temos.

Para ilustrar isso que estou escrevendo hoje, vou contar sobre uma história narrada por um aluno para a turma que eu dei aula ano passado. A história dizia o seguinte:

Certo dia um homem foi a um circo e ficou observando os animais fortes e ferozes. Cada qual em sua jaula, menos o elefante, que era mantido preso por uma fina corrente, completamente incapaz de deter o mais forte de todos os animais daquele circo. O homem não conteve sua curiosidade e perguntou ao tratador de animais: – Vocês não têm medo que o elefante quebre essa correntinha e fuja?

– Não! Ele não consegue quebrar essa corrente.

– Como assim, até eu seria capaz de quebrar essa corrente, se me prendessem a perna com ela?

– Ele não consegue quebrá-la porque nem tenta fazê-lo. Quando ele era pequeno, ele tentou várias vezes, mas, não conseguiu, pois, naquela época, essa corrente era capaz de prendê-lo. Agora ele cresceu, mas ainda não “sabe” que ficou mais forte que a corrente, e que agora pode quebrá-la com um simples puxão de perna. Como dizemos, ficou condicionado. Por isso, nem tenta mais.

Quantos de nós não vivemos condicionados por correntes finas que poderíamos romper a qualquer momento? Mas por algum motivo, paramos de tentar porque nas vezes que tentamos não tínhamos força suficiente. Agora que temos a força, acreditamos que nunca mais sairemos de onde estamos. Por quê? Porque nos condicionamos à derrota, aos pensamentos de que não podemos. Vivemos crendo que um montão de coisas “não podemos”. Simplesmente porque, alguma vez, tentamos e não conseguimos. Fazemos, então, como o elefante: gravamos em nossa memória: “Não posso…Não posso e nunca poderei…”.

Mas é hora de conhecer o nosso potencial, e usar a nossa força. É hora de conhecer o que nos limita e partir para quebrar as correntes. Eu já quebrei algumas delas e você?

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Um pensamento sobre “Hora de quebrar as ‘correntes’ que nos prendem

  1. Rozenilda Cesar disse:

    Eu ainda preciso romper com muitos limites que me condicionam. Eu creio em milagre.

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